Como ser um vencedor!

Tempo de leitura: 2 minutos

Por Luciana Gomes

Hoje li um artigo interessante sobre sucesso e senso de urgência. Engraçado como todos nós queremos o sucesso, mas quase ninguém está disposto a pagar o seu preço.

Lembrei-me das minhas aulas na turma de Gestão Empresarial. Dentro do tema, sempre trato de assuntos referentes à carreira, motivação e sucesso, e volta e meia estou falando sobre senso de urgência, sobre as prioridades que damos a nossa vida,  o que temos colhido com as escolhas atuais, e o que queremos colher daqui para frente.

Quando peço para todos que querem o sucesso levantarem a mão, a turma inteira se levanta. Mas quando cito alguns exemplos de sacrifícios que estariam dispostos a viver em nome desse sucesso, boa parte fica inerte.

O artigo que li é interessante pois traz uma situação hipotética:

“Pense nas três pessoas que você mais ama em sua vida. Pensou? Agora, imagine a seguinte situação: elas foram picadas por um inseto que possui um veneno mortal cujo único antídoto é você realizar uma tarefa que há bastante tempo tem protelado porque a considera muito difícil, como passar num concurso, cumprir uma meta de vendas desafiante ou iniciar com sucesso seu projeto dos sonhos.

Perguntas óbvias, mas nem tanto como parecem:

1. Você as deixaria morrer ou faria o que fosse necessário para salvá-las?
2. O que aconteceria com seu senso de urgência nesta situação?
3. Como seria sua nova organização de prioridades na hipótese apresentada? Você gastaria seu tempo da mesma forma?
4. Mesmo considerando que os momentos de diversão sejam importantes em nossa vida, como você organizaria seu lazer dentro de seu novo senso de urgência?
5. Você tem conduzido sua vida hoje com a mesma determinação que conduziria na situação hipotética apresentada?”

Quantas pessoas eu ouço dizendo que querem vencer, chegar lá, ter um lugar ao sol, porém, ao invés de assumir as rédeas da sua vida e carreira, deixam a vida conduzi-los para onde ela bem entender. Falar é fácil.

Vencer requer alguns sacrifícios e algumas escolhas. No texto, o autor revela que as pessoas que mais amamos não estão envenenadas, mas diante do exemplo, qual o senso de urgência que temos dado ao nosso sucesso, aos nossos sonhos, para não sermos mais um na multidão?

Para fracassar, basta não fazer nada, pois a vida é implacável com aqueles que se deixam seguir pelo fluxo da boiada. Mas para conseguirmos o antídoto desse veneno, depende muito das escolhas que fazemos e decisões que tomamos. Somos donos do nosso destino, podemos viver com brilho, chegar aonde quisermos, fazer a diferença nessa sociedade de gente especialista em dar desculpas e sentirem-se vítimas das circunstâncias.

Mudar só depende de você.

Boas vendas!

Suce$$o!

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